Mary Robinson

O movimento

Convidamos você a se aprofundar no tema e conhecer histórias que mostram como as mudanças climáticas comprometem a plena fruição dos direitos humanos – direito à vida, à alimentação, à moradia e à saúde.

De condições climáticas extremas, como ondas de calor, secas e enchentes, ao aumento do nível do mar, os efeitos das mudanças do clima, provocados pelo atual modo de vida e consumo, já são e serão sentidas de maneira desproporcional por comunidades historicamente marginalizadas e carentes, que pouco contribuíram para esse estado de coisas. Para tornar esse problema mais visível, o movimento por Justiça Climática, tem como uma de suas grandes vozes a enviada especial da ONU para mudanças climáticas e ex-presidente da Irlanda, Mary Robinson, autora do livro “Justiça Climática: esperança, resiliência e a luta por um futuro sustentável”

O livro

Justiça climática - Esperança, resiliência e a luta por um futuro sustentável de Mary Robinson.

Histórias ao redor do mundo que nos inspiram e apontam caminhos para preteger o planeta, o meio ambiente, os seres humanos e, em especial, as gerações presentes e futuras. Esse é um livro sobre esperança, resiliência e luta. Quer ler o primeiro capítulo?

Um livro sobre esperança, resiliência e a luta por um futuro sustentável.

Mary Robinson

A autora

Mary Robinson é ex-presidente da Irlanda e enviada especial da ONU para mudanças climáticas.

Formada em Direito, Mary iniciou sua vida política como senadora da Irlanda em 1969, e tornou-se a primeira mulher presidente do país, em 1990.

Em 1997, atuou como alta comissária das Nações Unidas para Direitos Humanos, mas foi somente em 2003, ao segurar seu primeiro neto no colo, que ela pensou nas mudanças climáticas como uma realidade a ser enfrentada: “Com aquele bebezinho nos braços, senti por um instante a ameaça que a mudança climática poderia representar para ele – e, da mesma forma, para toda a humanidade”.

Desde então, Mary fundou uma organização que leva seu nome e luta por Justiça Climática e contra os efeitos das Mudanças Climáticas no nosso planeta.

Lançou, em 2018, o livro “Climate Justice: Hope, Resilience, and the Fight for a Sustainable Future”, e agora, em 2021, o lança no Brasil, com o título “Justiça Climática - Esperança, resiliência e a luta por um futuro sustentável".

A obra foi atualizada e ganhou uma introdução especial para a realidade brasileira.

Mary Robinson

"Este livro nos provoca a entender a relevância de irmos além de metas de “neutralidade de carbono”. Passa por incorporarmos não só os impactos sociais das mudanças climáticas, mas também metas específicas que consigam garantir direitos, especialmente dos mais afetados. Sem isto não teremos justiça climática!"

– Ana Toni, diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade

"Temos visto Brasil afora oscilações atípicas de temperaturas vem nos fazendo sentir na pele as mudanças climáticas e com esse tópico inevitavelmente emerge cada vez mais urgentemente o da justiça climática. No ano de 2021, movimentos sociais denunciaram óbitos de pessoas em situação de rua por hipotermia em São Paulo. Temos um quadro inegável de injustiça climática. Uma mistura de injustiça social e racial, pois sabemos boa parte da maioria que sofre com estas condições no Brasil são negros e indígenas. Não podemos desistir do nosso planeta"

– Luana Genot, diretora executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR)

"O livro é incrível. A abordagem sobre as mudanças climáticas é super importante para a conscientização e educação sobre o tema. Mas além disso é uma necessidade para minha geração e as gerações futuras terem direito a um futuro justo. Uma leitura super recomendada!"

– Catarina Lorenzo, jovem ativista climática e integrante da ação Crianças vs Crise Climática

"Assim como em outras partes do globo, os povos originários do Brasil têm nos lembrado constantemente que a mãe terra é vida e que é necessário defendê-la, protegendo a terra e todos os seres vivos. Em Justiça Climática, Mary Robinson faz um trabalho indispensável de tornar acessível as vozes e histórias de vida de homens e mulheres, revelando suas lutas para garantir a vida, em face das mudanças climáticas. Que suas vozes sejam ouvidas e possamos aprender com sua sabedoria!"

– Ana Vilacy Galúcio, é paraense, doutora em Linguística pela Universidade de Chicago, especialista em descrição e documentação de línguas dos povos originários, pesquisadora sênior do Instituto de pesquisas Museu Paraense Emílio Goeldi em Belém, Pará.

"A emergência climática é um dos maiores desafios civilizatórios. As histórias deste livro nos inspiram e guiam sobre o que podemos fazer para protegermos o planeta, o meio ambiente, os seres humanos e, em especial, as gerações presentes e futuras de crianças. Como vulneráveis que são, as crianças estão entre as maiores vítimas dessa emergência e, para terem garantidos os seus direitos fundamentais, precisam de acesso e convívio com a natureza e com um meio ambiente ecologicamente equilibrado."

– Marcos Nisti, CEO do Alana

"A lucidez e o estilo direto de Mary Robinson funcionam porque dão voz àqueles que assumiram a responsabilidade de enfrentar os problemas mais urgentes do planeta Terra. A mensagem central do livro é um mantra que vale ser repetido: ações individuais e locais podem, sim, crescer ao ponto de se tornarem globais, e isso gera uma mudança positiva."

– The Guardian

"Mary Robinson traz à luz um futuro melhor para o mundo."

– Barack Obama

"Falar sobre o fenômeno da mudança climática é uma maneira de garantir justiça para a humanidade. Mary Robinson, como enviada especial da ONU para mudança climática e alta comissária da ONU para direitos humanos, tem sido uma campeã mundial em trazer justiça para todos. Seu livro inspira e nos guia sobre o que fazer para proteger a humanidade e o nosso único mundo."

– Ban Ki-moon, ex-secretário-geral da ONU (2007-2017) e membro do grupo The Elders

"Desenvolvimento sustentável é o coração da justiça climática – proteger o planeta agora e para as gerações que virão. As histórias neste livro revelam a experiência de vida de pessoas que fazem exclusivamente isso, adaptando-se e fortalecendo sua resiliência frente à mudança climática. São lições de homens e mulheres corajosos que todos nós deveríamos guardar."

– Gro Harlem Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega (1998-2003)

"Mary Robinson dá poder à voz daqueles profundamente atingidos pela mudança climática – em especial mulheres – e a traz ao cerne da consciência para impelir tomadores de decisões a agir em prol do coletivo."

– Graça Machel, ex-ministra da Educação de Moçambique (1976-1990), membro do grupo The Elders e ativista pelos direitos humanos em Moçambique e na África do Sul

"Este é um livro sobre gente: agricultores e ativistas da África, Ásia e América, pessoas cujo modo de viver está arruinado pela mudança climática e sua injustiça. Ainda assim, esta é também uma celebração da luta dessas pessoas. Fiquei emocionado pelas inúmeras histórias das incríveis lideranças de mulheres que batalham pela própria comunidade."

– Mo Ibrahim, fundador da African Foundation e da companhia de telecomunicações Celtel

"Robinson demonstra de modo poderoso e cativante como a crise climática é uma crise humanitária e requer, mais que mitigações e adaptações, uma recuperação do senso de destino compartilhado. De maneira simples, a ação contra a mudança climática deve ser um trabalho feito para o bem de todos ou não funcionará para ninguém."

– Richard Branson, empresário fundador do grupo Virgin

"Dar voz aos que antes foram calados, dar espaço à mesa não só aos poderosos que estão agindo de maneira negligente, mas àquelas pessoas que estão sofrendo as consequências alarmantes (…). Esperançosa e otimista, Robinson nos conta histórias cativantes de feitos extraordinários de pessoas comuns."

– Kirkus Review

"Ao dar rosto e voz àqueles na linha de frente, Robinson mostra os impactos cotidianos da mudança climática ao redor do mundo, tornando a ameaça mais real, mais presente e, em última instância, mais alarmante […]. Justiça climática é uma leitura instigante, fácil e vai persuadir pessoas a assumirem sua responsabilidade individual pelo problema."

– Ms. Magazine

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